sábado, 3 de março de 2012

Bibliografia para Gestão, Marketing e Administração de Clinica de Pequenos Animais e Pet Shos

Livros recomendados para Médicos Veterinários e acadêmicos interessados  nos assuntos de gestão de pessoal, marketing e administração de Clínicas de Pequenos Animais e Pet Shops:

ACKERMAN, L. Blackwell’s Five-minute Veterinary Practice Management Consult. Ames: Blackwell Publishing, 2007. 654 p.

ACKERMAN, L. Business Basics for Veterinarians. Lincoln: ASJA Press, 2002. 293 p.

ACKERMAN, L. Management Basics for Veterinarians. Lincoln: ASJA Press, 2003. 248 p.

CORBETT, M; STILLI, D. The 33 Ruthless Rules of Local Advertising. New York: Summit View Publishing, 2008. 201 p.

FLOSI, F. M. Marketing na Veterinária. São Paulo: Varela, 2001. 113 p.

FLOSI, F. M. Plano de marketing na veterinária. São Paulo: Varela, 2001. 103 p.

GARCIA, L. F. Pessoas de Resultado: O perfil de quem se destaca sempre. São Paulo: Editora Gente, 2003. 153 p.

GIOSO, M. A. Profissional Liberal: Como ganhar mais dinheiro de forma ética. São Paulo: MedVet Livros, 2007. 89p.

GLADWELL, M. The Tippping Point: how little things can make a big difference. New York: Back Bay Books, 2002. p. 15-89.

GODIN, S. Purple Cow: Transform Your Business By Being Remarkable. New York: Portfolio, 2009. 210 p.

GODIN, S. The Dip: A Little Book That Teaches You When to Quit (and When to Stick). New York: Portfolio, 2007. 96 p.

GRÖNROOS, C. Marketing: Gerenciamento e Serviços. Tradução da 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 482 p.

HOFFMAN, K. D.; BATESON, J. E. G.; IKEDA, A. A.; CAMPOMAR, M. C. Princípios de Marketing de Serviços. Tradução da 3 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 600 p.

JANTSCH, J. Duct Tape Marketing. Nashville: Thomas Nelson, 2006. 285 p.

KOCH, R. O princípio 80/20: O segredo de se realizar mais com menos. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 270 p.

KOTLER, P. Os 10 Pecados Mortais do Marketing. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 135 p.

KOTLER, P.; HAYES, T.; BLOOM, P. N. Marketing de Serviços Profissionais. 2 ed. São Paulo: Manole, 2002. 511 p.

KOTLER, P; KELLER, K. L. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing. 12 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall Brasil, 2006, 776p.

LEE, F. If Disney Ran Your Hospital: 9 1/2 things you would do differently. Bozeman: Second River Healthcare Press, 2004. 204 p.

LOBATO, S. Manual de Responsabilidade Técnica para Clínicas Veterinárias e Pet Shops. Rio de Janeiro: L. F. Livros, 2006. 238 p.

LOVELOCK, C.; WIRTZ, J. Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados. 5 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 413 p.

MARINS, L. Ninguém é Empreendedor Sozinho: O Novo Homo Habilis. São Paulo: Saraiva, 2008. 135 p.

MOWEN, J. C.; MINOR, M. S. Comportamento do consumidor. 1 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. 403 p.

PEREIRA, M. S. Marketing Aplicado a Clínica Veterinária de Animais de Estimação. São Paulo: Robe Editorial, 2001. 283 p.

PEREIRA, M. S. Clínica de marketing. Uma receita de sucesso para a sua clínica. São Paulo: Troféu, 2004. 64 p.

ROSEN, E. The Anatomy of Buzz Revisited: Real Life Lessons in Word of Mouth Marketing. New York: Doubleday, 2009. 360p.

SERNOVITZ, A. Word of Mouth Marketing. New York: Kaplan, 2009. 205 p.

WATANABE, K. Curso Básico para Resolver Problemas e Tomar Boas Decisões. Rio de Janeiro: Sextante, 2011. 128 p.

WHITE, J. B.; PRYWES, Y. A Natureza da Liderança: Conheça as 5 Qualidades dos Grandes líderes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 167 p.

fonte: http://animalmarketing.com.br


Curso de Formação de Responsaveis Tecnicos para o Mercado Pet do Rio de Janeiro


Se você assina Responsabilidade Técnica ou pretende assinar de forma ética e profissional, participe do curso que atualizará a função de RT dentro das novas regulamentações do Mercado Pet que serão exigidas pela fiscalização.

Dias 12 e 13 de março de 2012!

Carga- Horária
16 horas ( Sábado e Domingo de 9:00 às 17:00)

Conteúdo Programático
Introdução à Responsabilidade Técnica
Formatos de Negócios Veterinários
Fundamentos de Marketing Aplicados à Responsabilidade Técnica
Legislação Aplicada
Rotinas Funcionais do Responsável Técnico
Rotinas Acessórias do Responsável Técnico
Noções de Biossegurança
Prevenção de Acidentes em Estabelecimentos Afins
Normas e Legislação aplicada à Biossegurança

Palestrantes

Dra. Rebecca Dung
Médica Veterinária formada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Especialista em Ética Aplicada e Bioética pela Fundação Oswaldo Cruz.
Especialista em Biossegurança Hospitalar pela Fundação Oswaldo Cruz( em curso)
Consultora Plena da Sergio Lobato Soluções em Pet Marketing
Consultora do Mercado Pet
Palestrante das áreas de Bem Estar Animal, Biossegurança aplicada ao Segmento Pet e Pontos Críticos em Estabelecimentos Pet

Dr. Sergio Lobato
Médico Veterinário formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Pós-Graduado em Marketing pela Universidade Estácio de Sá
Especialização em Docência do Ensino Superior pela Universidade Estácio de Sá
Palestrante e Consultor de Marketing Aplicado em Eventos Nacionais e Internacionais
Diretor de Marketing da Conferência Sul Americana de Medicina Veterinária Rio 2007
Diretor de Marketing do Fort Pet Vet – Fortaleza 2006
Professor da Pós Graduação da UNESA – Rio de Janeiro em Gestão de Clínicas
Autor do Livro Responsabilidade Técnica pra Clínicas Veterinárias e PetShops
Colunista e Colaborador de Revistas Técnicas do Segmento Veterinário onde escreve sobre o universo do marketing aplicado aos negócios veterinários.

Local:
Centro de Treinamento Empresarial Praxes
Rua do Ouvidor nº 77 – 1º andar
Rio de Janeiro – RJ

Informações e inscrições:
(21) 2581-9175
(21) 8856-0396
E-mail: sergiorslvet@hotmail.com

Invista na qualidade do seu serviço.

Sucesso!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Curso de Auxiliar de Veterinária

Auxiliar de Veterinário - Reconhecido pelo MEC *

CPEA – Centro Paulista de Estudos Agropecuários
Local:  Embu/SP
Duração: 68 horas (incluso estágio)

Aulas teóricas e práticas nos finais de semana
Horário: 9hs às 16hs
Informações: 5821-9481/9294-5334 (com Lilian)

Auxiliar Veterinário
Clínica Veterinária Hoaloha
Local: São Paulo
Duração: 2 meses:

Módulo I:
Principais raças de cães e aptidões
Principais raças de gatos
Anatomia cão e do gato (ossos, músculos, veias, órgãos)
Patologias: tumores, edemas, insuficiência cardíaca, epilepsia

Módulo II:
Plantas tóxicas
Nutrição animal, diferenças entre as rações e função dos componentes
Contenção dos animais, sinais vitais, avaliação e mensuração

Módulo III:
Vias de acesso para administração de medicamentos
Fluidoterapia
Preparação de medicação e sedativos
Materiais utilizados
Coleta de material para exame

Módulo IV:
Cuidado com animais internados
Curativos e roupas cirúrgicas
Doenças bacterianas
Doenças fúngicas
Doenças virais
Doenças parasitárias
Zoonoses

Módulo V:
Esquema de vacinação e vermifugação
Atendimento telefônico
Marcação de consultas e cirurgias
Informações pré cirúrgicas
Admissão e entrega de pacientes
Conduta perante o óbito do animal e informações sobre destino do corpo
Elaboração de ficha clinica, ficha cadastral e internação
Legislação

Módulo VI:
Conhecimento do material cirúrgico
Posicionamento do material na mesa
Agulhamento de fios
Preparação do paciente
Limpeza do centro cirúrgico, material e esterilização

Módulo VII:
Primeiros socorros
Neonatologia
Cuidados com a fêmea e os filhotes
Cuidados com cães e gatos idosos

Módulo VIII:
Fisiologia e anatomia dos répteis
Zoonoses e comportamento
Contenção de serpentes não-peçonhentas, quelônios e lagartos
Fisiologia e anatomia aves
Zoonoses e comportamento
Contenção de aves.

Informações: Hoaloha Clínica Veterinária 11- 3496-8772 e 2976-7172 ou http://hoaloha.vilabol.uol.com.br/

Auxiliar Veterinária
Envet
Local
: São Paulo
Duração: 15 dias

Curso apostilado, ministrado pôr veterinário com aulas teóricas e práticas, abrangendo 13 tópicos dentre os quais: Contenção, Sinais e Sintomas, Dermatologia, Anatomia, Fisiologia até Auxíllio à Cirurgia.
Você receberá um certificado ao final do curso.
Segundas às Sextas-feiras das 10:00 às 17:00 horas.
Turmas se iniciam todo mês.
Informações: Envet 11-6605-1668 ou http://www.envet.com.br/

Auxiliar Técnico Veterinário
Pet da Villa
Local
: São Paulo
Estagio Gratuito ( com certificação )
Duração:4 domingos
Carga Horária: 30 horas

O Curso abrangerá características básicas de Auxiliar.
Publico alvo: Criadores, protetores, alunos de veterinária.
Abordamos os temas principais numa clínica veterinária, desde de contenção a uma cirurgia.

Objetivo: capacitar o aluno nas mais diversas tarefas exigidas em uma clinica veterinária, auxiliando o trabalho do médico.
Consulte - Aulas Individuais ou Pequenos Grupos

Informações: Pet da Villa - 11- 5061-4429 ou http://www.petdavilla.com.br/index.htm
 


Auxiliar de Veterinária

Tocca Pet Escola
Local
: Campinas
Duração: 62 horas teórico práticas + 72 horas de estágio obrigatório
Horários:
Manhã: De 9:00 às 11:00 horas
Tarde: De 14:00 às 16:00 horas
Noite: De 19:00 às 21:00 horas

MÓDULO I

Conceitos Básicos de Educação
Atendimento ao Paciente e Cliente
Raças
Manejo e Controle de Animais de Companhia
Aspectos Éticos do Auxiliar Veterinário
Observação e Cuidados Gerais de um paciente
Código de Ética

MÓDULO II

Noções básicas de Anatomia
Noções básicas de Citologia
Noções básicas de Fisiologia

MÓDULO III

Noções básicas de Microbiologia
Nocoes básicas Parasitologia
Noções básicas de Laboratório

MÓDULO IV

Noções de Auxílio na Clínica Médica
Principais Doenças
Instrumentação e Paramentação Cirúrgica

MÓDULO V

Introdução a Nutrição Animal
Noções de Epidemiologia
Zoonoses

Programa de Aulas Práticas:

Auxílio ao Médico Veterinário em Exame Físico
Preparo e Aplicação de Medicamentos
Manipulação de soros, equipos e medicamentos
Contenção Animal
Curativos, preparação e auxílio na instrumentação cirúrgica ao Médico Veterinário

Informações: Pet Tocca Escola - (19) 3295-5363 / (19) 3203-3072 ou http://www.tocca-escola.com/index.htm

Cursos de Tecnico de Veterinaria

Técnico Veterinário - Reconhecido pelo MEC *
Colégio Tableau
Locais: SP, Caraguatatuba, Guaratinguetá, Jacareí, Jundiaí, Mogi das Cruzes,Pindamonhangaba, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté e Vitória.
Duração: 18 meses


PERFIL PROFISSIONAL O Técnico em Veterinária atua sob a supervisão do Médico Veterinário em todos os segmentos da área, tais como: zelar pela sanidade animal, exercendo atividades curativas e profiláticas dos animais domésticos; colaborar com a manutenção da Saúde Pública, através da preservação e controle das zoonoses; desenvolver tarefas em Clínica Médica, Clínica Cirúrgica e Petshops e aplicar as modernas técnicas de contenção e manejo, alimentação e produção animal.

MERCADO DE TRABALHO
Clínica Médica Veterinária
Clínica Cirúrgica Veterinária
Petshops
Centros de Zoonoses

PRINCIPAIS DISCIPLINAS
Fundamentos de Enfermagem em Veterinária
Biossegurança nas Ações de Veterinária
Enfermagem Geral e Cirúrgica
Técnicas de Manejo e Contenção Animal
Toxicologia e Plantas Tóxicas
Técnicas Radiológicas

Informações: Colégio Tableau - 11- 3473-7500 ou http://www.colegiolegiotableau.com.br



Centro Educacional Etip
Local
:  Campinas
Duração: 17 meses

Este curso tem como objetivo a formação de profissionais que, sob a supervisão do médico veterinário, possam atuar em todos os segmentos da área, exercendo atividades curativas e profiláticas dos animais domésticos, colaborando com a manutenção da saúde pública através da preservação e controle das zoonoses e aplicando as modernas técnicas de contenção, manejo, alimentação e produção animal.

Conteúdo - É papel do Técnico em Veterinária executar processos de trabalho sob a supervisão do médico veterinário. O profissional desta área aprende a cuidar dos animais de pequeno porte nas diferentes fases do ciclo vital, garantindo proteção e promoção de vida saudável a estes seres. Prestar orientações e desenvolver estratégias de planejamento acerca dos cuidados da saúde e da educação dos animais também é foco do trabalho técnico em veterinária, que atua ainda no planejamento administrativo, compra e venda de insumos e produtos finais.

PRINCIPAIS DISCIPLINAS:
• Fundamentos de veterinária
• Nutrição animal
• Técnicas de estética animal
• Assistência em veterinária cirúrgica
• Assistência em veterinária médica
• Administração de serviços em veterinária

Informações: Centro Educacional Etip 11-2808-7500 ou http://www.etip.com.br/


CURSOS

Enfermagem Veterinária, Auxiliar Veterinária, Banho e Tosa

ENVET Cursos, Veterinários, Clínica e Cirurgia, Banho e Tosa
Rua Padre Adelino, 924 - Belém

(11) 2605.1668

HAPPY HOUR PARA CACHORRO

Happy hour para cachorros faz sucesso nos EUA

U Hotel de Alexandria, no Estado americano da Virginia, reúne freqüentadores inusitados para um happy hour semanal. Donos levam seus cães de diferentes raças e tamanhos para comer e beber na companhia de outros animais durante o encontro, que também atrai aqueles que não têm cachorros, mas gostam de admirá-los. As informações são da agência AFP.

Em um país onde os cães são quase sempre proibidos de entrar em bares e restaurantes, o empreendimento é um sucesso.
Aproximadamente 80 pessoas e dezenas de animais costumam reunir-se no pátio interno do Hotel Monaco uma vez por semana.

Poodles, boxers, são bernardos e vira-latas compartilham pratos de água e comida, enquanto seus donos bebem e trocam confidências sobre seus animais de estimação.
"Isto nos fascina", afirma Robert Hannigan, funcionário do hotel responsável pela organização do evento. Para outubro, ele planeja uma noite de gala, com prêmio para o melhor traje.

06 de agosto de 2008 • 11h27 • atualizado às 11h27
FONTE Terra Estados Unidos

CEMITÉRIOS E CREMATÓRIOS PARA PETS

Donos se despedem de seus pets em cemitérios e crematórios

Estabelecimentos são voltados aos bichinhos de estimação. Visitas costumam acontecer com mais frequência nos fins de semana.

Cemitério para pets funciona há 14 anos (Foto: Divulgação)Na hora em que o animal de estimação morre, muitos donos não sabem o que fazer. Há quem decida promover um funeral semelhante ao dos homens. E já existem cemitérios e crematórios específicos para os bichinhos.
O Jardim do Amigo – Cemitério dos Animais, localizado em Itapevi (SP), atua há 14 anos oferecendo o serviço, que inclui remoção, velório e enterro. Rosângela Maria Fernandes, gerente do local, afirma que 50% dos clientes fazem a remoção do animal e o transportam; outros preferem que os profissionais do cemitério busquem.
A gerente afirma que 90% dos clientes são da cidade de São Paulo. O cemitério conta com um local para velar o animal. “Normalmente, as famílias querem ser práticas. O velório dura, no máximo, 40 minutos.”

Crematório para animais de estimação é outra opção para os donos.

Os preços para o enterro oscilam entre R$ 190 e R$ 1.100. De acordo com a gerente, a variação depende do tamanho do animal e do local em que foi removido. Segundo Rosângela, há famílias que são bastante regulares com as visitas.
A gerente afirma que os donos têm o hábito de levar flores e incensos para os animais. Durante a semana, o local raramente recebe visitas. Elas costumam acontecer com mais freqüência aos sábados e domingos. “Há quem venha uma vez por semana ou no último fim de semana do mês. No dia de Finados, o movimento também costuma aumentar”, diz.

Cinzas

Quem opta por cremar, o Clube Pet Memorial cobra uma taxa que varia entre R$ 396 e R$ 2.090, o plano oferece capela, velório, caixão, cremação e urna para as cinzas. “Há donos que optam pela cremação individual e outros que preferem a coletiva, ou seja, com outros animais”, afirma Pepe Altstut, sócio-titular do estabelecimento. A cremação individual tem preço mais alto.
O Pet Memorial, localizado em São Bernardo do Campo (SP), também oferece o serviço de remoção do cadáver do bichinho de estimação em 24 horas.
Com o plano de assistência funerária, o dono ganha um cartão de identificação do seu pet. As cinzas podem ser levadas para casa ou guardadas em urnas.


Clube Pet Memorial
Av. Sadae Takagi, 860 - São Bernardo do Campo (SP)
http://www.petmemorial.com.br

Portal G1


MEDICINA ALTERNATIVA PARA ANIMAIS

Aumenta a demanda por  medicina  alternativa

Homeopatia, acupuntura, quiroprática: americanos aderem à medicina alternativa





The Gainsville Sun
Henna olha para seu dono, Mike Gould, enquanto recebe acupuntura pelo Dr. Hui Sheng Xie, na Faculdade de Veterinária da Universidade da Flórida ontem. Foi a segunda vez que Henna recebeu esse tratamento para uma infecção de pele.


Gainesville, FL (02.06.2003) - Para Mike Gould, é uma questão de escolha, principalmente em se tratando de Henna, sua SRD de cinco anos de idade.


Henna tem um problema de pele, mas ao invés de receber injeções de esteróides anti-inflamatórios, a cadela está sendo tratada com um tipo diferente de agulha pelo Dr. Hui Sheng Xie na Faculdade de Veterinária da Universidade da Flórida.

"Eu tive um ataque há três anos e recorri à acupuntura. Não tive dúvidas em submeter Henna à acupuntura", disse Gould. "Com esse tipo de cura alternativa, você ataca o problema, não o maquia".

Gould é um entre os crescentes donos de pets em todo o país que está levando seus animais a acupunturistas, quiropráticos, homeopatas e outros adeptos de medicina alternativa. Os custos podem variar de 50 a 250 dólares, dependendo do tratamento.

Autoridades da Universidade da Flórida e da American Veterinary Medical Association (AVMA) dizem que a demanda está crescendo conforme cada vez mais pessoas aderem à medicina alternativa para si mesmos e em seguida a aplicam para seus cães, gatos, cavalos, coelhos e aves. Sharon Curtis Granskob, porta-voz da AVMA, disse que um crescente número de veterináriio estão fazendo cursos de medicina alternativa para atender a demanda.

Ela acrescentou que a associação está aberta à medicina alternativa, mas adverte que os donos de pets devem procurar um veterinário especializado ao invés de recorrer a serviços de não profissionais. "Uma vez que tudo, desde a quiroprática até a acupuntura e, homeopatia, são áreas às quais as pessoas recorrem para tratar da própria saúde e também, no quão benéficas podem ser para a saúde de seus animais, particularmente quando a medicina convencional não teve os resultados desejados", disse Granskob. "Isto posto, há uma preocupação com o protocolo e a certeza de que as pessoas que dizem que são capazes de aplicar essas técnicas sejam de fato quem eles dizem ser. A AVMA recomenda que sempre um veterinário esteja envolvido".

Granskob disse que a AVMA está também interessada em tentar descobrir a ciência atrás da medicina alternativa - se funciona, como e por que funciona. Essas também são as perguntas feitas na Faculdade de Veterinária da Universidade da Flórida. A Dra. Eleanor Green, diretora do departamento de ciências clínicas de grandes animais, disse que a faculdade quer saber mais sobre a eficiência da medicina alternativa e por que é eficiente. "Os céticos da medicina alternativa para animais de estimação são os cientistas e veterinários, e não o público", disse Green. A faculdade contratou Xie há cinco anos por causa de sua experiência com medicina alternativa e por ele ser um veterinário reconhecido e pesquisador de ponta, afirmou Green. "Tínhamos muitas pessoas perguntando por medicina alternativa quando ainda não tinham acesso. A questão não convence as pessoas - os clientes foram mais receptivos que a comunidade científica", disse Gree. "A medicina alternativa e complementar está crescendo. Então estamos em um dilema. Eu acredito, e a maioria das pessoas também, que algumas dessas coisas funcionam, mas não sabemos em todas as ocasiões se funcionam ou não. Então, usamos ou não usamos?".

Xie é chinês e gerações de sua família praticaram acupuntura e medicina herbal. Os tratamentos vem sendo usados por milhares de anos em animais na China, desde cavalos militares até cães de estimação da Família Real. Sua função é em parte pesquisa, em parte professor e em parte clínico, tratando animais nos hospitais da faculdade, atendendo pequenos e grandes animais.

A acupuntura consiste em inserir agulhas finas em diversos pontos do corpo para estimular a fisiologia. Baseia-se na crença de que a energia flui pelo corpo e pode ser canalizada de forma a melhorar a saúde. Xie disse que trata animais de estimação por três motivos:

· A primeira é o alívio da dor por causa de doenças como artrite e problemas de articulação. "A acupuntura os deixa mais confortáveis. Se você faz com que as juntas trabalhem melhor, você melhora a qualidade de vida";

· A segunda é quando não há outras opções. "Se o animal está morrendo e nada mais funciona, é algo que podemos tentar. Podemos fazer com que suas condições melhorem e aumentar sua sobrevivência";

· A terceira é a prevenção. "Antes que o problema real apareça, podemos prevenir. O conceito chinês é basicamente tratar para prevenir. A acupuntura pode prevenir alguns problemas de pele ou alergias".

Xie disse que raramente sofre oposição de cães e gatos para aplicar a acupuntura. Os cavalos - entre seus clientes estão cavalos puro sangue de corridas de Ocala - são especialmente fáceis de lidar. Ele tem cerca de 20 clientes para acupuntura por semana.
week.


Com Henna, Xie começou aplicando três agulhas no topo de sua cabeça, em pontos para acalmá-la. Em seguida, inseriu várias agulhas ao longo de sua espinha e em suas pernas traseiras. A única agulha que pareceu incomodar Henna foi a última, na ponta de sua cauda. Gould disse que Henna parece estar se sentindo melhor após os tratamentos, que incluem injeções de vitamina B-12.

Outra pessoa que acredita na medicina alternativa para si mesma e para seus animais de estimação é Michelle Manderino, de Gainesville. A cadela de Manderino, Girl, faz tratamento quiroprático com a dra. Janine Tash. Manderino aderiu à medicina alternativa para si mesma e sua família vende suplementos herbais. Quando Girl, de 13 anos, desenvolveu problemas musculares e neurológicos em suas pernas traseiras, Manderino recorreu a medicina convencional e depois às soluções quiropráticas.

"A outra alternativa seria mantê-la com analgésicos até que não possa mais andar", disse Manderino. "No nosso caso, o tratamento quiroprático realmente vale a pena pois a melhora é nítida. Ela está muito melhor".

Tash se interessou em quiroprática há cerca de dois anos e aprendeu a técnica com um veterinário especializado e certificado. Ela não manipula os ossos, um método manual padrão da quiroprática, ao invés disso usa um aparelho chamado Ativador, que pressiona as vértebras para alinhá-las, que também restaura as transmissões neurológicas. Ela usa também um aparelho que massageia os animais. No início cética, ela rapidamente se convenceu da eficiência e hoje tem cerca de 50 clientes e trabalha bastante em provas de agility.

"Comecei aplicando em alguns de meus cães e também os dos empregados. Nós tínhamos alguns cães idosos com artrite que tinham dificuldade de levantar e deitar. Começamos a tratá-los e logo começaram a melhorar. Pensei: nossa, isso realmente funciona", disse Tash. "É impressionante o número de pessoas com as quais conversei que estão interessadas nessa técnica. Definitivamente funciona como prevenção. Para alguns cães e gatos, em que fizemos tudo quanto é teste e não descobrimos o problema, parece ajudar. É uma forma de não mantê-los com analgésicos o tempo todo".

Tash está tendo aulas de acupuntura com Xie. Ele acredita que a popularidade da medicina alternativa para pets continuará a crescer e que as medicinas oriental e ocidental estarão cada vez mais integradas. "Acho que elas se complementarão. Há beleza em ambos os lados", disse Xie. "A medicina convencional é boa pois te dá uma compreensão clara do que está acontecendo fisiológica e patologicamente com MRIs e raio X. Você tem um diagnóstico claro. Mas a medicina chinesa é tão boa com tratamentos, problemas e qualidade de vida. Eu acho que a melhor medicina é a que integra os dois lados".

Informações complementares:

quiroprática . [De quir(o)- + prática; ingl. chiropractic.] S. f. Terap. 1. Sistema terapêutico que, partindo do pressuposto de que as doenças resultam de disfunção nervosa, procuram corrigi-las por manipulação, e por outros cuidados, de estruturas (Novo Aurélio)

American Veterinary Medical Association (AVMA) - http://www.avma.org/

DICIONARIO DE MEDICINA VETERINARIA DE P - Z

P  

Palatino pertinente ao palato.

Palatite inflamação do palato.

Palatoplastia reconstrução plástica do palato.

Palatorrafia síntese cirúrgica de uma fenda palatina.

Palpação exame físico com o uso das mãos.

Panangiite inflamação que acomete todas as camadas de uma vaso.

Panartrite inflamação de todas as articulações.

Pancardite inflamação difusa do coração.

Pancistite inflamação que acomete toda a espessura da parede da bexiga.

Pancitopenia diminuição do número de todos os elementos figurados do sangue.

Pancitopênico relativo à pancitopenia.

Pancreatectomia retirada parcial ou total do pâncreas.

Pancreático relativo ao pâncreas.

Pancreatite inflamação do pâncreas.

Pancreatolise destruição do tecido pancreático.

Pancreatolitíase presença de cálculos nos ductos ou parênquima do pâncreas.

Pancreatotomia incisão do pâncreas.

Pandemia epidemia generalizada.

Pannus invasão da córnea, com neovascularização e pigmentação subepitelial.

Panoftalmite inflamação envolvendo todas as camadas do bulbo ocular.

Panuveíte inflamação da íris, do corpo ciliar e da coróide.

Papa de Hemácia concentrado de glóbulos vermelhos.

Papila outro termo para a cabeça do nervo óptico ou disco óptico.

Papiledema edema do disco óptico ou papila.

Papilite inflamação do disco óptico ou papila.

Paqui prefixo grego que significa espesso.

Paquidermia espessamento da pele.

Paquímetro aparelho para medir espessura.

Paracentese punção de uma cavidade por uma agulha, por um trocarte e cânula ou por outro instrumento oco, com o objetivo de retirar um líquido patológico ai acumulado.

A operação é denominada de acordo com a cavidade puncionada: abdome- dominocentese; pericárdio-pericardiocentese; tórax - toracocentese etc.

Paraesternal junto ao esterno.

Parafimose o prepúcio pode retrair-se total ou parcialmente sobre a glande produzindo seu estrangulamento.

Paramécio um protozoário ciliado apresentando cílios em toda

superfície celular.

Paraórtico ao lado da aorta.

Paraplegia paralisia completa de dois segmentos simétricos do corpo (geralmente afeta os membros pélvicos).

Parasita organismo que vive em ou sobre outro organismo, obtendo sua alimentação.

Parasitismo interação em que um microrganismo vive em outro organismo.

Parassistolia variedade de arritmia cardíaca.

Paratireóide glândulas localizadas ao lado da tireóide, responsáveis pelo metabolismo do cálcio

Paratireoidectomia remoção cirúrgica das paratireóides.

Paratormônio hormônio produzido pelas paratireóides.

Paravertebral ao lado das vértebras.

Parede celular envoltório rígido externo ã membrana citoplasmática.

Parênquima a parte diferenciada de um órgão responsável pela sua função, com exceção do tecido de sustenção, denominada estroma.

Parenquimatite inflamação do parênquima.

Parenquimatoso referente ao parênquima.

Parenteral via de administração no organismo que não seja por meio do trato digestório.

Parosteal relativo ao tecido celular exterior ao periósteo.

Parótida uma das glândulas que produz saliva.

Parotidectomia remoção cirúrgica da glândula parótida.

Parto distócico parto que apresenta alguma alteração em seu transcurso. É oposto do parto eutócico ou normal.

Pasteurização processo que consiste no aquecimento, a temperaturas controladas, de alimentos líquidos ou bebidas, a fim de garantir sua qualidade e destruir microrganismos.

Patelectomia retirada da patela.

Pateloplastia reconstituição cirúrgica da patela em caso de fratura.

Patogênese é o mecanismo pelo qual se origina a doença. A etiopatologia compreende o conjunto de fatores que favorecem o aparecimento da doença.

Patogênico organismo capaz de produzir doença.

Patógeno agente causador de uma doença.

Patognomônico característico.

Patologia é o estudo das doenças, que pode ser feito por vários métodos, tais como clínicos, bioquímicos, fisiológicos, bacteriológicos, imunológicos etc.

Peçonha veneno, toxina.

Pele órgão mais externo e extenso do corpo dos mamíferos.

Penicilina nome genérico para um grande grupo de substancias antibióticas derivadas de várias espécies do fungo Penicillium. Penicilinas naturais: penicilinas produzidas por microrganismos e quimicamente não modificadas.

Penicilinas semi-sintéticas são formas de penicilinas não encontradas na natureza,

obtidas pela adição de cadeias laterais ao anel da penicilina.

Penicilinase enzima que pode destruir as penicilinas.

Pepsina enzima do suco gástrico.

Peptídio composto de dois ou mais aminoácidos.

Percutâneo através da pele.

Perfusão extracorpórea ou Circulação extracorpórea método utilizado em cirurgia cardíaca que consta da utilização de uma máquina (coração-pulmão artificial) que temporariamente é capaz de substituir as funções do coração e dos pulmões oxigenando o

sangue e bombeando-o através do sistema circulatório, de tal forma a permitir a parada do coração e conseqüentemente permitir o tratamento de suas lesões congênitas ou adquiridas.

Periarterite inflamação da túnica externa da artéria.

Periartrite inflamação dos tecidos de uma articulação.

Pericárdio camada fibrosa mais externa que protege o coração.

Pericardiocentese punção do pericárdio.

Pericardiotomia incisão do pericárdio.

Pericardite inflamação do pericárdio.

Peridural localizado em torno da dura-máter.

Periflebite inflamação da túnica externa de uma veia.

Perineal relativo ao períneo.

Perineocele hérnia perineal.

Perineoplastia reconstrução do períneo.

Perineorrafia sutura o períneo.

Perineotomia incisão do períneo.

Periocular ao redor do olho.

Período de incubação período de tempo que decorre entre a exposição a um agente infeccioso e o aparecimento dos sinais da doença, ou o período de tempo durante o qual crescem os microrganismos inoculados num determinado meio de cultura.

Periorbitário ao redor da órbita.

Periostite inflamação do periósteo.

Peritonite inflamação do peritônio.

Perivascular ao redor de um vaso.

Peróxido de hidrogênio água oxigenada.

Phthisis bulbus atrofia do bulbo ocular com pressão intra-ocular baixa; usualmente associado a trauma ou inflamação.

Piartrose presença de pus no interior de uma articulação.

Pielite inflamação da pelve renal.

Pielonefrite aguda inflamação bacteriana aguda da pelve e do parênquima renal.

Pielonefrite crônica inflamação bacteriana crônica, ativa ou inativa, da pelve e do parênquima renal.

Pielonefrite este termo é utilizado para designar os processos infecciosos do rim, sendo de natureza bacteriana na grande maioria dos casos. Deve-se sempre investigar possíveis causas do processo. O tratamento consiste em uso de antibiótico e correção das causas determinantes da pielonefrite.

Pielotomia incisão na pelve renal.

Piloroplastia reconstrução plástica do piloro.

Pilorotomia incisão cirúrgica do piloro.

Pioartrite coleção purulenta intra-articular.

Piogênico capaz de formar pus.

Pionefrite inflamação do parênquima renal.

Piopneumotórax presença de pus e ar na cavidade pleural.

Piotórax presença de pus na cavidade pleural.

Pirogênico que causa febre.

Piúria presença de pus na urina.

Plaqueta fator do sangue que ajuda a coagulação.

Plasma sanguíneo porção liquida do sangue.

Plasma parte líquida do sangue.

Plasmaferese separação, in vitro, do plasma e dos elementos figurados do sangue.

Plasmídio moléculas de DNA de fita dupla, auto replicativas e menores que os cromossomos.

Plasmina enzima que dissolve a fibrina do coágulo sanguíneo.

Plasmocitose aparecimento de plasmócitos no sangue.

Plasmólise fenômeno de osmose por meio da membrana das células.

Pleurite inflamação da pleura.

Pneumócito célula epitelial que reveste alvéolos pulmonares.

Pneumomicose processo infeccioso causado por fungos.

Pneumonia processo infeccioso do parênquima pulmonar.

Pneumoperitôneo presença de ar na cavidade peritoneal.

Pneumotórax presença de ar na cavidade pleural.

Pneumotórax presença de ar no espaço pleural.

Policoria duas ou mais pupilas em um olho.

Polidipsia aumento do consumo hídrico.

Polifagia aumento da ingestão de alimentos.

Polineuropatia Periférica síndrome de lesão de nervos periféricos; polineurite.

Poliodontia existência de dentes a mais que o número normal.

Poliúria aumento da produção de urina.

Portador animal que transmite algum tipo de doença sem apresentar os sistomas destas.

Postite inflamação do prepúcio.

Prenhez Ectópica é a implantação e desenvolvimento do ovo fora da cavidade uterina.

Prenhez gestação.

Prepúcio nome da prega de pele que recobre o pênis.

Pressão arterial diastólica ou mínima ao se medir a pressão arterial de um animal com um aparelho de pressão e um estetoscópio, chama-se pressão arterial sistólica ou máxima a leitura que se obtém quando se ouve o primeiro de uma série de sons rítmicos e pressão arterial diastólica ou mínima a leitura que se obtém quando desaparecem todos os sons. 

Pressão arterial média é constituída pela soma da pressão diastólica ou mínima, mais um terço da diferença entre as pressões sistólica e diastólica.

Prevalência medida de freqüência de uma doença que se refere aos casos dessa doença que existem em um determinado momento em um determinada população.

Priapismo é conceituado como uma ereção prolongada, não associada com estimulação sexual e geralmente dolorosa.

Processador de Tecidos (Autotécnico): processador automático, em uso na grande maioria dos laboratórios e que substitui a maneira manual de passagem dos fragmentos de tecido no processo de fixação, desidratação, clareamento e embebição em parafina para a feitura do bloco que será posteriormente cortado.

Processo intersticial pulmonar inflamação do espaço intersticial pulmonar por diferentes causas.

Proctopexia fixação do reto mediante a intervenção cirúrgica.

Proctoptose prolapso de reto.

Proctorragia hemorragia retal.

Proctorréia eliminação de muco pelo ânus.

Proctotomia incisão do reto.

Profilático que tem a função de prevenir.

Profilaxia procedimento que visa evitar o aparecimento de uma determinada doença.

Progesterona hormônio esteróide, feminino, produzido pelo ovário.

Proglote segmento maduro da tênia.

Prognatismo projeção da mandíbula para frente.

Prógnato animal que apresenta prognatismo.

Prognóstico indica qual a chance de tratamento do paciente para uma determinada doença

Prolactina hormônio produzido pela hipófise que aumenta a produção de leite.

Prolapso de válvula mitral denominação atribuída à posição peculiar de uma das duas cúspides da valva mitral, na contração do ventrículo esquerdo.

Prolapso retal protusão da mucosa retal pelo ânus.

Proptose deslocamento anterior do globo para fora da órbita. Prostatectomia exérese cirúrgica da próstata.

Prostatite inflamação da próstata.

Proteinúria presença de proteína a urina.

Prurido coceira.

Pruriginoso que causa prurido.

Pseudoartrose - (Falsa articulação) falta de consolidação óssea ao nível de uma fratura ou deuma artrose.

Ptialismo produção excessiva de saliva.

Ptose palpebral queda da pálpebra.

Pulso arterial tomada do pulso por meio da palpação de uma artéria

periférica.

Punção-Biópsia exame de biópsia quase indolor, que se utiliza de

agulha fina para conseguir material para estudo pelos

patologistas

Pupila abertura central da íris.

Purulento que contém pus.

Putrefação decomposição de proteínas por microrganismos, produzindo odor desagradável.

Q

q.i.d. abreviação de “quater in die” que significa quatro vezes por dia.

q.l. abreviação de “quantun liber”, que expressa à vontade.

q.p. abreviação de “quantum placet” que significa à vontade.

Q.P. forma abreviada de quimicamente puro.

Q.R. abreviação de quociente respiratório.

QRS abreviação de onda Q, onda R e onda S, avaliadas no eletrocardiograma.

q.s. forma abreviada de “quantum sufficit”, significa o bastante.

Quadrante 1- uma das quatro partes nas quais se subdivide o abdome com fins de diagnóstico físico; 2- área de uma  quarta parte do campo visual de um ou de ambos os

olhos.

Quadri, quadru expressão que significa quatro.

Quadricúspide que possui quatro cúspides (um dos folhetos de uma válvula cardíaca ou de um vaso).

Quadrípara fêmea que concebeu filhotes após a quarta gestação.

Quadriparesia debilidade dos quatro membros.

Quadriplegia paralisia dos quatro membros.

Quadrúpede animal com quatro patas; adjetivo: quadrupedal.

Quantímetro instrumento para medir a quantidade de raios x.

“Quantun” plural de “quanta”, significa tanto quanto; tambémexpressa unidade elementar definida de energia.

Quarentena 1- restrição de liberdade dos animais portadores ou dosque sofreram exposição às doenças contagiosas, em geral, permanecem em observação durante 40 dias, que é  o período mais longo de incubação das doenças; 2- local onde os animais permanecem detidos.

Queimadura efeito do fogo, calor, radiações, fricções ou eletricidade sobre a pele ou outros tecidos. Ocorre quando se aplica  energia térmica com velocidade mais rápida que o tecido

consegue absorver e dissipar.  

Queimadura de primeiro grau lesão que afeta a epiderme, provocada pela exposição da

pele ao calor, radiações, agentes cáusticos ou elétricos. Caracterizada por eritema, dor e descamação da pele.

Queimadura de segundo grau (ou profunda de espessura parcial) lesão térmica com acentuada destruição da derme, caracterizada pela formação de flictenas, hiperemia

e edema, sendo que os pelos nesta área se destacam facilmente.

Queimadura de terceiro grau (ou de espessura completa) destruição da pele e tecidos profundos adjacentes expostos a agentes como o fogo, radiações e outros. Todas as estruturas da pele são destruídas.

Quelóide hipertrofia benigna do tecido conjuntivo, ou lesão caracterizada por hipertrofia fibrosa que em geral se  desenvolve no local de uma cicatriz, apresenta bordas elevadas, arredondadas, consistentes e mal definidas; tem como adjetivo o termo queloidal.

Queloma sinônimo de quelóide.

Quem-, quemi-, químico-, quimio- expressão que indica químico ou química.

Querat-, querato- radical que significa: a- córnea, corniano; b- calo, caloso,corno.

Queratalgia dor na córnea.

Queratectasia protusão da córnea, principalmente aquela que evolui concomitantemente com ulceração e cicatrização.

Queratectomia excisão cirúrgica de um fragmento da córnea.

Querático relativo à córnea.

Queratina substância albuminóide presente nos tecidos córneos ou calosos, pêlos, unhas e penas; é insolúvel em solventes protéicos e contem alto teor de enxofre. Subdividese em dois grupos sendo: a- euqueratinas, estas não são digeridas por enzimas proteolíticas comuns; b- pseudoqueratinas: são parcialmente digeridas. Em ambos os grupos a queratina contém inúmeros aminoácidos, sendo que em geral predominam a cistina e a arginina.

Queratinócito célula epidérmica que sintetiza queratina.

Queratinofílico substância com afinidade por tecido córneo ou queratinizado, como por exemplo, certos fungos.

Queratite inflamação da córnea.

Queratocele hérnia da membrana de Descemet através da córnea.

Queratocentese punção da córnea.

Queratoconjuntivite inflamação da córnea e da conjuntiva.

Queratocromatose descoloração da córnea.

Queratoderma condição córnea da pele, em especial dos coxins.

Queratodermia queratoderma.

Queratodermocele queratocele.

Queratoemia presença de sangue ou de produtos de sua decomposição na córnea.

Queratogênese desenvolvimento de estruturas córneas.

Queratoirite processo inflamatório envolvendo a córnea e a íris.

Queratólise a- esfoliação da camada epidérmica; b- anomalia congênita em que a pele é trocada periodicamente.

Queratoma calosidade.

Queratomalácia degeneração da córnea caracterizada por infiltração e queratinização do epitélio, podendo ocorrer com adelgaçamento e perfuração da córnea; em geral está associado à hipovitaminose A.

Queratômetro instrumento empregado para mensurar a curvatura da córnea. Queratomicose doença provocada por fungos na córnea.

Querátomo bisturi especial utilizado para a incisão de córnea.

Queratopatia doença da córnea.

Queratoplastia intervenção cirúrgica plástica da córnea, especialmente o

transplante de córnea.

Queratorrexe ruptura da córnea provocada por ulceração ou por trauma.

Queratoesclerite inflamação da córnea e da esclera.

Queratoscopia exame da córnea utilizando o queratoscópio.

Queratoscópio instrumento empregado para examinar a córnea e avaliar a simetria de seus meridianos de curvatura.

Queratose qualquer afecção da pele caracterizada por crescimento excessiva do epitélio cornificado.

Queratoso córneo.

Queratotomia incisão da córnea.

Quiasma a- quiasma óptico; b- um cruzamento; c- em genética significa o cruzamento de duas cromátides na prófase da meiose, provável manifestação do “crossing-over”

genético.

Quiasma ótico comissura anterior da hipófise, onde existe uma decussação (cruzamento em forma de X) parcial das fibras.

Quialgia dor nos lábios.

Quilangioma acúmulo de quilo nos vasos linfáticos levando a dilataçãodos mesmos.

Quilectomia remoção de uma porção do lábio.

Quilemia presença de quilo no sangue.

Quilite processo inflamatório dos lábios.

Quilocele acúmulo de quilo na túnica vaginal do testículo.

Quilo-mediastino presença de quilo no mediastino.

Quilomícron partícula lipídica extremamente pequena, observada no sangue após a ingestão de gordura e que consiste primariamente de triglicérides.

Quiloplastia cirurgia plástica dos lábios.

Quilorrafia sutura de lábio.

Quilostomatoplastia reparação plástica dos lábios e da boca.

Quilotomia incisão de uma porção do lábio.

Quilotórax acúmulo de quilo na cavidade torácica.

Quilúria presença de quilo ou linfa na urina, em geral associada a uma fístula entre o tato urinário e linfático, ou a uma obstrução.

Quimiocauterização cauterização realizada por meio de substâncias químicas.

Quimiocirurgia remoção de tecido lesado ou de condição indesejada pela aplicação de substâncias químicas.

Quimiodectoma, quemodectoma tumor cujas células parenquimatosas se assemelham às

dos órgãos quimiorreceptores, como o corpo carotídeo.

Quimionucleólise dissolução do núcleo pulposo protruído, por meio de aplicação de enzimas proteolíticas.

Quimioprofilaxia prevenção de doenças mediante administração de agentes químioterápicos.

Quimiorreceptor a- órgão terminal sensitivo com capacidade de reagir a um estímulo químico; b- uma das cadeias laterais dos receptores com o poder de fixar substâncias químicas.

Quimiotalamotomia destruição de uma parte do tálamo por uma substância

química, em geral, no tratamento de transtornos de movimentos.

Quimiotaxia reação dos organismos a estímulos químicos; quando há atração por determinada substância é chamada quimiotaxia positiva, e a repulsão é a quimiotaxia

negativa.

Quimioterapia refere-se ao tratamento de determinadas doenças por

meio de agentes químicos.

Quimiotropismo a- atração de células por substâncias químicas; b- em imunologia, é a atração positiva dos fagócitos por microorganismos, detritos celulares em áreas de

inflamação.

Quimo conteúdo gástrico líquido e viscoso, consistindo de alimentos digeridos, mas que ainda não passaram par o duodeno; quimoso é o adjetivo.

Quimiotripsina enzima proteolítica encontrada no intestino sintetizada pelo uimiotripsinogênio do suco pancreático pela ação da tripsina. Junto com a tripsina hidrolisa as proteínas formando os polipeptídeos e aminoácidos.

Quimiotripsinogênio precursor da quimiotripsina presente no suco pancreático.

Quinolonas agentes antimicrobianos sintetizados a partir do ácido nalidíxico (ácido 1-etil-7-metil-1,8-naftiridina-4-ona-3-carbixílico).

Quociente protéico resultado da divisão da taxa de globulina no plasma sangüíneo pela taxa de albumina no mesmo.

R

R símbolo de Roentgen (físico alemão que produziu radiação electromagnética nos comprimentos de onda correspondentes aos atualmente chamados Raios X).

Rb símbolo do elemento químico de nome Rubídio.

Rabdomiólise doença aguda e grave que causa destruição de músculo esquelético com mioglobinemia e mioglobinúria resultantes.

Rabdovírus vírus da família Rhabdoviridae.

Rábico relativo à, ou o que sofre de raiva.

Raça grupo de indivíduos ou animais de mesma espécie que possuem características hereditárias somáticas comuns.

Racemoso que tem forma de cachos.

Rad. abreviatura de radix, raiz. Unidade de medida de absorção de radiação ionizante.

Radiação ionizante a emissão de partículas ou de ondas eletromagnéticas de

um núcleo instável.

Radial relativo ao osso do membro torácico: artéria radial.Relativo a raio.

Radical um grupo de elementos químicos ou átomos que em

geral passam intactos de um composto para outro, mas

costumam ser incapazes de existência prolongada em um estado livre (p. ex. metil, CH3).

Radícula em botânica, a radícula é a primeira parte da semente a  emergir durante a  germinação.

Radiculite Inflamação da raiz de um nervo, decorrente de várias causas, que em geral manifesta-se por dor na área coberta pelo nervo afetado.

Radio símbolo do elemento químico de nome rádio.

Radiodensidade radiopacidade; estado de ser radiopaco.

Radioelemento qualquer elemento que possua radioatividade.

Radiografia roentgenografia; exame de qualquer parte do corpo para fins diagnósticos através de raios X, com registro dos achados geralmente impressos em filme fotográfico.

Radioimunoensaio ensaio imunológico no qual o antígeno marcado com radioisótopo reage com anti-soro específico.

Radiologia ciência da radiação de alta energia e das fontes e efeitos químicos, físicos e biológicos dessa radiação.

Radiopaco radiodenso; que apresenta opacidade relativa ou é impenetrável aos raios X, ou qualquer outra forma de radiação.

Radônio elemento químico de símbolo Rn, possui o número atômico 86 e massa atômica relativa 222 u. É um gás nobre radioativo, incolor.

Rafe a linha de união de duas estruturas contíguas,bilateralmente simétricas (p. ex. rafe escrotal).

Raiva doença fatal causada por um vírus da Família Rhabdoviridae que causa encefalite nos humanos e nos animais. Pode se manifestar na forma furiosa, paralítica, ou silenciosa.

Ramo uma das divisões primárias de um nervo ou vaso sangüíneo.

Random aleatório.

Rânula cisto sublingual; sialocele.

Raqui forma combinante que significa coluna.

Raquicentese punção do canal raquídeo.

Raquiocampse curvatura da coluna:lordose, sifose, escoliose.

Raquiósquise fissura congênita da coluna vertebral. Espinha bífida.

Raquítico relativo à, ou que apresenta raquitismo.

Raquitismo doença decorrente de carência de vitamina D levando a uma deficiente calcificação de osteóides, levando a deformação do esqueleto.

Reagente substância que compõe uma reação química e ao término desta forma um ou mais produtos ao final.

Receptor molécula protéica estrutural na superfície celular ou no interior do citoplasma que se liga a um fator específico, como um hormônio, antígeno, ou neurotransmissor (p. ex. receptor adrenérgico).

Recesso um pequeno sulco ou entalhe (p. ex. recesso duodenal).

Recombinante um micróbio, ou linhagem, que recebeu partes cromossômicas de diferentes linhagens.

Recorrente sintomas ou lesões que reaparecem após uma interrupção ou remissão. Em anatomia, aquele que se volta sobre si mesmo.

Reflexo reação involuntária em resposta a um estímulo aplicado em local periférico do corpo e transmitido aos centros nervosos no encéfalo ou medula espinhal (p. ex. r.

corneal contração das pálpebras quando a córnea é levemente tocada).

Refluxo um fluxo retrógrado; regurgitação.

Rejeição resposta imunológica à incompatibilidade em um órgão transplantado.

Relaxina hormônio polipeptídico secretado pelo corpo lúteo do ovário.

Remédio substância empregada para curar ou atenuar uma doença.

Remitência melhora temporária sem verdadeira cessação dos sintomas.

Renina enzima que converte o angiotensinogênio em angiotensina. Angiotensinogenase.

Renomegalia aumento dos rins.

Reparo reparação, através da cicatrização, ou por meios cirúrgicos de tecidos mortos ou lesados.

Respiração processo vital em que animais e vegetais obtêm o oxigênio, usado para oxidar moléculas orgânicas, fornecendo fonte de energia e eliminação de dióxido de carbono.

Ressecar excisar um segmento ou uma parte.

Ressecção excisão. Remoção de extremidades articulares de um ou

ambos os ossos que formam uma articulação.

Ressonância repercutir. Som obtido por percussão de uma parte que pode vibrar livremente.

Retal relativo ao reto.

Reticulite inflamação do retículo de ruminantes.

Reticulócito hemácia jovem, basofílica que ocorre em processos de regeneração sangüínea ativa.

Retina túnica nervosa do globo ocular.

Retinol vitamina A.

Retite ver proctite.

Retro radical latino que significa para trás ou atrás (p. e.retroauricular: atrás da orelha; retroflexação: curvaturapara trás).

Rexe fragmentação ou ruptura de órgão ou vaso.

Rhipicephalus gênero de carrapatos, duros e sem ornamentos, com aproximadamente 50 espécies (p. ex. Rhipicephalus sanguineus). Muitos são importantes vetores de doenças

humanas e animais.

Ribonuclease (RNase) uma transferase ou fosfodiesterase que cataliza a hidrólise do ácido ribonucléico.

Ribose pentose presente no ácido ribonucléico.

Ribossoma grânulo de ribonucleoproteína, que é o local de síntese de proteína a partir de aminoacil-ARNt orientada pelo ARNm.

Rickettsia gênero de bactérias gram-negativos, pleomórficas, intracelular obrigatório. Muitas das espécies são patogênicas para o homem e os animais causando doenças como a febre maculosa e o tifo epidêmico, entre outras.

Rim órgão excretor onde se forma a urina.

Ringer solução de Ringer. Solução composta por cloreto de sódio, de potássio, de cálcio, de bicarbonato de sódio, fosfato monossódico, dextrose e água, empregado em muitos quadros clínicos de desidratação.

Rinite inflamação da mucosa nasal.

Rinomicose infecção fúngica da mucosa nasal.

Rinorragia epistaxis. Sangramento nasal.

Rinorréia secreção da mucosa nasal.

Ritmo tempo ou movimento medido. Batimento seqüencial do coração gerado em cavidade.

RMN sigla de Ressonância Magnética Nuclear.

RNA ácido ribonucléico.

Roptria organelas eletrondensas em forma de bastão, tubulares ou saculares, encontradas em esporozoítos no subfilo Apicompkexa.

Rosário estrutura em forma de contas (p. ex. r. raquítico).

Rotenona componente inseticida da raiz do timbó, usado para tratamento de escabiose, infestações por pulgas, piolhos e carrapatos.

Rpm abreviatura de revoluções por minuto.

Ru símbolo do elemento químico de nome ruténio.

Rubor vermelhidão temporária da pele.

Rubriblasto proeritroblasto: o mais precoce dos 4 estágios do normoblasto.

Rúmen maior compartimento do estômago de ruminantes.

Ruminante animal que mastiga novamente o conteúdo regurgitado do rúmen.

S

Sacarose dissacarídeo não redutor obtido da cana-de-açúcar (Saccharum officinarum), beterraba (Beta vulgaris) e sorgo; formado pela reunião de dois monossacarídeos,

glicose e frutose; sua fórmula é C12 H22 O11.

Sacarosúria ocorrência de sacarose na urina.

Saco aéreo alvéolo pulmonar; vesícula aérea.

Saco conjuntival espaço potencial entre as camadas bulbar e palpebral da conjuntiva.

Saco herniário a bolsa ou protrusão de peritônio contendo ou órgão ou parte herniada, formado gradualmente por pressão contra um defeito na parede de contenção ou então já

presente ao nascer.

Saco lacrimal parte superior dilatada do ducto nasolacrimal.

Saco vitelino anexo embrionário que consiste em uma bolsa membranosa cheia de vitelo, ligada à região ventral do embrião; possui função de nutrição.

Saco bolsa; revestimento sacciforme de uma cavidade naturalou de uma hérnia, um cisto ou um tumor.Sacos alveolares: grupo terminal dos alvéolos pulmonares; as ramificações de um ducto alveolar.

Sacralgia dor na região sacral.

Sacralização fusão do sacro com a última vértebra lombar.

Sacrectomia remoção de parte do sacro.Sacro uterino: referente ao sacro e ao útero.

Sacrodinia dor no sacro.

Sacro-ílico referente ao sacro e ao ílio.

Sacro-lombar lombossacro.

Sacro-perineal referente ao sacro e ao períneo.

Sacro-púbico referente ao sacro e ao púbis.

Sacro-tuberoso referente ao sacro e a tuberosidade isquiática.

Sacular com o formato de um saco.

Safranina cloreto de 2,8-Diamino-3,7-dimetil, 10-fenilfenazônio, corante básico hidro e álcool solúvel, utilizado como corante nuclear e como contra corante de bactérias

Gram-negativas.

Sagital 1 - Comparável a uma seta, como a sutura sagital. 2 - Referente à sutura sagital. 3 - Referente a um plano ou secção através do corpo, em sentido mediano; que divide o corpo em duas metades, uma direita e uma esquerda. Sais biliares: sais sódicos dos ácidos biliares,  normalmente presentes na bile.

Sal 1 - Composto químico que resulta da ação de um ácido sobre uma base. 2 - Cloreto de sódio. 3 - Mistura de diversos sais, como sal artificial, sal efervescente.

Salicilato sal ou éster do ácido salicílico.

Salino 1 - De caráter semelhante ao sal. 2 - Que contém cloreto de sódio.

Salitre nitrato de potássio.

Saliva secreção das glândulas salivares. As funções da saliva são a de umedecer os alimentos, dissolver certas substâncias, facilitar a degustação, auxiliar a deglutição e a articulação e digerir fermentativamente os amidos.

Salivação secreção aumentada de saliva. Salmonella cholerae suis: espécie de Salmonella, cujo hospedeiro natural é o suíno, no qual representa um invasor secundário na cólera suína. No homem, ocorre habitualmente em lesões localizadas, com ou sem septicemia, porém também pode causar febre intestinal ou gastrenterites.

Salmonella enteritidis espécie que produz a gastrenterite humana, sendo isolada também do cavalo, do suíno, do camundongo, do rato e do pato.

Salmonella pullorum espécie de Salmonella causadora de diarréia branca nos pintainhos. A transmissão pode ocorrer por meio de ovos contaminados.

Salmonella typhimurium espécie de Salmonella que produz comumente diarréia

em camundongos, ratos e aves, bem como gastrenterite na espécie humana. É a bactéria mais comumente isolada nos surtos de intoxicação alimentar nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.

Salmonella gênero de bactérias sorologicamente relacionadas, Gram negativas, geralmente móveis, em forma de bastonetes, pertencentes à família Enterobacteriaceae. Pode causar

nos animais de sangue quente, inclusive o homem, febres intestinais, gastrenterite aguda e septicemias. Algumas espécies ocorrem em répteis.

Salmonellae tribo da família Enterobacteriaceae, que compreende os gêneros Salmonella e Shigella.

Salmonelose infecção por Salmonella. Pode ser uma intoxicação alimentar, uma gastrenterite ou apresentar tipo tífico ou septicêmico.

Salmoura água salgada; especificamente, solução saturada de cloreto de sódio.

Salubre sadio, são.

Sangrar perder sangue; extrair sangue de um animal ou pessoa.

Sangria saída de sangue dos vasos; flebotomia.

Sangue tecido líquido que circula através de coração, artérias, capilares e veias, fornece oxigênio e nutrientes aos demais tecidos do organismo, retirando dos mesmos

o dióxido de carbono e produtos catabólicos. Compõem-se de plasma e elementos celulares. Estes últimos consistem de eritrócitos, leucócitos e plaquetas sanguíneas.

Sangue arterial é o sangue rico em oxigênio, que circula pelas veias pulmonares e pelas artérias sistêmicas. O termo sangue arterial não significa sangue que circula nas artérias, mas sim sangue rico em oxigênio.

Sangue estagnado agregação intracapilar de eritrócitos, associada à diminuição da circulação sanguínea no leito do capilar atingido.

Sangue oculto sangue que não é visível ao exame macroscópico de materiais produzidos pelo organismo, como as fezes,demonstrando somente mediante provas de laboratório.

Sangue periférico sangue da circulação sistêmica; exclui o sangue da medula óssea. Usa-se, ocasionalmente, para designar o sangue fora da circulação pulmonar e das camadas

cardíacas.

Sangue venoso é o sangue pobre em oxigênio, que circula pelas veias sistêmicas e pela árvore arterial pulmonar. O termo sangue venoso não significa sangue que circula nas veias,

mas sim sangue pobre em oxigênio.

Sanguinolento mesclado de sangue.

Sanguinopurulento referente ao sangue e ao pus.

Sanguinosseroso referente ao sangue e ao soro sanguíneo.

Sanificante agente que reduz a níveis consideráveis, a flora microbiana presente em materiais inanimados.

Sanitarista indivíduo versado em assuntos de saúde pública.

Saprófita organismo que vive sobre a matéria orgânica morta, ou em decomposição.

Saprogênico que causa putrefação; produzido pela putrefação.

Saprógeno microrganismo putrefativo.

Sarc, sarco- expressão que significa: carne, carnoso; músculo.

Sarcina gênero de bactérias da família Micrococcaceae.

Sarcobionte que vive na carne.

Sarcocystis grupo de supostos protozoários da ordem Sarcosporidia, com afinidade pelos músculos estriados e cardíacos dos hospedeiros vertebrados.

Sarcogênio que produz músculo.

Sarcolema delicada bainha que envolve uma fibra muscular

Sarcoma tumor maligno, cujo parênquima é composto de células anaplásicas semelhantes as dos tecidos de sustentação do organismo. Tumor sólido que cresce a partir do tecido

conectivo, da cartilagem, do osso, do músculo e das gorduras.

Sarcômero cada uma das unidades dispostas repetidamente ao longo de uma miofibrila esquelética; o sarcômero é formado basicamente por filamentos altamente organizados de

proteína actina e miosina, com o deslizamento dessas proteínas, umas sobre as outras, o sarcômero encurta, e ocorre a contração muscular.

Sarcoptes gênero de acarinos minúsculos, arredondados, de pernas curtas, achatados, que provocam a escabiose na espécie humana e a sarna em muitas espécies de animais.

Sarcosporidiose doença de animais de sangue quente, supostamente causada por esporozoário da ordem Sarcosporidia; é rara na espécie humana, mas comum em animais, comoo carneiro. Os parasitos encistam-se nos músculos estriados.

Saúde 1 - O estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e seu ambiente o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais

para a forma particular de vida (raça, gênero, espécie) e para a fase particular de seu ciclo vital.

Scrapie é o protótipo de um grupo de doenças referido como encefalopatias espongiformes subagudas. É mais conhecida como uma doença de ovinos. O nome éderivado dos sinais clínicos característicos de prurido. A doença progride para sinais como incoordenação,

decúbito e morte.

Sebáceo relacionado a sebo.

Sebo secreção das glândulas sebáceas, substância espessa, semi-líquida, composta de lipídios e restos de células epiteliais.

Seborréia termo não-específico para os seguintes sinais clínicos cutâneos: formação de escamas e crostas e pele gordurosa. Seborréia primária é um termo mais específico

empregado para designar distúrbios hereditários da cornificação.

Sedação 1 - Estado de atividade funcional reduzida. 2 – Produção de um estado de atividade diminuída ou o ato de combater a irritabilidade por meio de um sedativo.  

Sedativo 1 - Que acalma a função ou a atividade. 2 – Qualquer medicamento que aquieta o sistema nervoso central.

Seios Paranasais cavidades localizadas nos ossos da face, onde ocorrem

as sinusites.

Seleção artificial prática usada milenarmente pelos criadores e agricultores, que consiste em escolher, de acordo com as conveniências, os indivíduos que serão os genitores

(reprodutores) da geração seguinte.

Seleção natural conjunto de fatores ambientais capazes de interferir na capacidade de sobrevivência e de reprodução de seres vivos.

Selvagem condição em que o ser vivo se encontra na natureza, sem domesticação ou interferência humana; o termo é usado em Genética para designar a condição de uma

característica ou de um gene mais freqüente na natureza.

Sêmen 1 – Semente. 2 - Esperma; líquido produzido pelos órgãos reprodutores masculinos, que transporta os espermatozóides.

Seminúria descarga de sêmen na urina.

Seminoma segundo tipo mais comum de neoplasia testicular de cães.

Sensibilização termo empregado em Imunologia que significa a memorização, por glóbulos brancos especializados, de um antígeno com o qual o organismo teve contato (memória imunitária).

Septado que possui paredes transversais.

Septicemia disseminação de bactérias patogênicas partir de um foco de infecção através da circulação sistêmica.

Seqüela 1 - Anomalia conseqüente de uma moléstia da qual deriva direta ou indiretamente. 2 - Complicação de uma doença.

Sexuado processo em que ocorre fusão e mistura de elementos

(gametas) de sexos diferentes.

Simbiose viver juntos, coexistir; costuma-se empregar esse termo para se referir a relações de benefícios recíprocos (mutualismo) entre seres vivos.

Sinapse região das comunicações entre os neurônios; ponto no qual um estímulo passa de um axônio de um neurônio para um dendrito.

Sinapse cromossômica emparelhamento dos cromossomos homólogos, que ocorre durante o zigóteno da meiose; um par de cromossomos homólogos se emparelha para formar uma tétrade ou bivalente.

Sinapse nervosa região de íntimo contato entre células nervosas, através da qual ocorre comunicação química entre elas.

Sincício estrutura multinucleada resultante da fusão de várias células; a fibra muscular estriada, por exemplo, é um sincício. Se uma estrutura for multinucleada pela

multiplicação repetida de seu núcleo, ela receberá o nome de plasmódio.

Síndrome quadro clínico de uma doença que apresenta multiplicidade de sintomas.

Sinovite inflamação da membrana que envolve as articulações (membrana sinovial).

Síntese tipo de reação química em que duas ou mais substâncias se reúnem para formar uma nova substância, cuja molécula é maior.  

Sistêmico relativo a todo organismo.

Sístole movimento de contração das câmaras cardíacas.

Sobrenadante líquido presente sobre um precipitado ou sedimento.

Solução aplicada a qualquer mistura homogênea.

Soluto a fase dispersa de uma solução.

Solvente fase dispersante (dispergente) de uma solução; o principal solvente encontrado na natureza é a água (solvente universal).

Sonda de DNA um pedaço de DNA de fita dupla marcado de alguma forma, que é utilizado para detectar a presença de uma seqüência de DNA complementar, que se liga

especificamente ao mesmo.

Soro sangüíneo parte líquida extraída do sangue de vertebrados onde estão contidos os anticorpos.

Sorologia estudo in vitro da interação envolvendo um ou mais de um dos constituintes do soro.

Sorotipo ou sorovar subdivisão de uma espécie baseada na sua composição antigênica.

Staphylococcus bactérias esféricas (coco) que ocorrem em grupamentos irregulares em forma de cacho de uva.

Streptococcus cocos que se dividem de tal modo que formam arranjos

em cadeia.

Subclínico pertinente a uma infecção em que não há sinais clínicos

detectáveis.

Subcutâneo abaixo da pele.

Substância química matéria formada por determinado tipo de molécula.

Subterminal situado próximo da extremidade, mas não na

extremidade de uma célula.

Sucessão ecológica conjunto de mudanças direcionadas pelas quais passa

uma comunidade biológica rumo ao estágio clímax.

Suco gástrico secreção ácida que contém enzimas digestivas;

produzido pelas glândulas da parede estomacal, atua na

digestão de proteínas.

Suco pancreático secreção alcalina que contém enzimas digestivas, produzida pelo pâncreas; é liberado no duodeno através do canal colédoco.

Sulfonamida agente quimioterápico sintético caracterizado pelo grupamento químico (SO2N).

Supuração formação de pus.

Surfactante composto solúvel que reduz a tensão superficial de um líquido ou reduz a tensão interfacial entre dois líquidos ou um líquido e um sólido.

Sutura 1 - Em osteologia, linha de junco ou fechamento entre ossos, como uma sutura craniana. 2 - Em cirurgia, um  fio de material absorvível ou inabsorvível, empregado

para reparar ou fechar uma ferida.

T

Tablete uma forma sólida de administração, contendo substânciamedicinais em forma pura ou diluída, com peso,tamanho e formato variáveis, que pode ser moldada ou comprimida.

Tala lâmina de material resistente que se aplica num membro fraturado ou luxado, a fim de mantê-lo imóvel.

Tálamo duas massas ovóides de substância cinzenta em cada hemisfério cerebral, formando a parede lateral doterceiro ventrículo.

Tamponamento compressão patológica de um órgão ou parte, como compressão do coração por líquido pericárdio.

Tapotagem movimento de massagem que consiste em golpear com mão em forma de concha as regiões torácicas relacionadas com as áreas pulmonares em que haja

secreção.

Taquiarritmia qualquer alteração no ritmo cardíaco, regular ou irregular, que resulta em uma freqüência anormalmente aumentada.

Taquicardia aumento no número de batimentos cardíacos; pode ser classificada de acordo com o seu local de origem e como paroxística e não paroxística.

Taquipnéia aumento excessivo dos movimentos respiratórios.

Taquizoíto estágio de multiplicação rápida no desenvolvimento da fase tecidual de determinadas infecções por coccídeo.

Tártaro cálculo dentário: uma concreção dura, pétrea, de coloração variando de branca, castanha, ou amarela acastanhada que se localiza na margem gengival dos dentes ou sob esta.

Taurina amina oxidada contendo enxofre que ocorre conjugada na bile, usualmente com ácido cólico para formar  coliltaurina ou com ácido quenodeoxicólico.

Tecido agrupamento de células similarmente especializadas no desempenho de uma função particular.

Tegumento aquilo que reveste externamente o corpo do homem e dos animais (pele, penas, escamas, etc.).

Teleangiectasia dilatação permanente de vasos sanguíneos preexistentes (capilares, arteríolas, vênulas), criando pequenas lesões vermelhas focais, usualmente na pele ou mucosas.

Temperatura intensidade sensível de calor de qualquer substância.

Tendão cordão ou faixa fibrosa de comprimento variável que conecta um músculo à sua fixação óssea ou a outras partes.  

Tendinite inflamação de um tendão.

Tenesmo esforço doloroso ineficaz para defecar ou urinar.

Tênia um gênero de grandes cestóides da família Taeniidae.

Terapia tratamento de doenças por vários métodos.

Teratogênese produção de defeitos físicos em embriões e fetos.

Teratoma um tipo de tumor de células germinativas derivado de células pluripotentes e constituído de elementos de diferentes tipos de tecido de uma ou mais das três camadas de células germinativas.

Termocautério instrumento cirúrgico, elétrico, que cauteriza os tecidos.

Teste teste, prova, reação química; processo para auxiliar a fazer um diagnóstico.

Testículo umas das duas glândulas reprodutivas masculinas, localizadas na cavidade do escroto.

Testosterona o principal hormônio androgênico, formado em maiores quantidades pelas células intersticiais dos testículos, em resposta a estimulação pelo hormônio luteinizante da

hipófise anterior.

Tetania hiperexcitabilidade de nervos e músculos devido à diminuição na concentração de cálcio ionizado extracelular.

Tétano doença infecciosa aguda, muitas vezes fatal, produzida por um bacilo anaeróbio produtor de esporos – o Clostridium tetani.

Tetraciclina grupo de antibióticos biossintéticos isolados de certas espécies de  treptomyces ou produzidos semi-sinteticamente por hidrogenação catalítica de clortetraciclina ou oxitetraciclina.

Tetraparesia perda incompleta da função motora voluntária dos quatro membros, muitas vezes evidenciada como uma fraqueza.

Tetraplegia perda total da função motora voluntária dos quatro membros.

Tiamina vitamina B1, um composto bicíclico hidrossolúveltermolábil que compreende uma pirimidina substituídaligada a um componente tiazol.

Tiazida grupo de derivados da benzotiadiazenossulfonamida, tipificados pela clorotiazida, que atuam como diurético inibindo a reabsorção de sódio no túbulo renal proximal e estimulando a excreção de cloreto, com resultante aumento na excreção de água.

Timectomia remoção cirúrgica do timo.

Timo glândula de natureza linfóide formada por dois lobos piramidais situados no mediastino dorsal.

Timoma neoplasia derivada dos elementos epiteliais ou linfóides do timo, em geral benigna e quase sempre encapsulada.

Timpanismo distensão abdominal por gás ou ar no estômago, intestino ou na cavidade peritoneal.

Tireóide é uma glândula localizada no pescoço cranial. Ela produz hormônios T3 e T4 que estimulam o metabolismo celular.

Tireoidectomia remoção cirúrgica da glândula tireóide.

Tireoidite inflamação da glândula tireóide.

Tireoxina tetraiodotironina, principal hormônio elaborado pelas células foliculares da glândula tireóide, formado a partir da tireoglobulina e transportado principalmente

na globulina ligadora de tireoxina do soro sanguíneo. Símbolo T4.

Triiodotironina triiodotironina, hormônio tireóide normalmente sintetizado pela glândula tireóide em menores quantidades que a tireoxina; a maior parte da triiodotironina circulante é produzida pela desiodação da tireoxina nos tecidos periféricos. Ela tem várias vezes

a atividade biológica da tireoxina e é a forma “ativa nos tecidos” dos hormônios tireodianos. Símbolo T3.

Tobramicina antibiótico aminoglicosídeo produzido por Streptomyces tenebrarius, que possui efeito bactericida contra uma variedade de bacilos gram-negativos aeróbios e algumas bactérias gram-positivas.

Tonicidade o estado de tônus ou tensão tecidual; na fisiologia dos líquidos orgânicos, o equivalente efetivo de pressão osmótica.

Toracocentese punção cirúrgica da parede torácica para aspiração de líquido da cavidade pleural.

Torção ato de torcer; rotação sobre o próprio eixo.

Torpor entorpecimento; ausência de resposta a estímulos normais ou ordinários.

Tosse uma expulsão súbita e ruidosa de ar dos pulmões, usualmente produzida para manter as vias aéreas livres de substância estranha.

Toxemia síndrome clínica causada por substâncias tóxicas no sangue.

Toxicidade qualidade de ser tóxico, venenoso.

Toxina substância de origem animal ou vegetal que, introduzida no organismo, acarreta formação de anticorpos ou antitoxinas.

Toxicose intoxicação sistêmica; qualquer doença de origem tóxica.

Toxocaríase infestação por nematódeos do gênero Toxocara.

Toxoplasmose uma doença infecciosa aguda ou crônica, causada pelo

protozoário intracelular obrigatório Toxoplasma gondii.

Tranqüilizante um fármaco que promove um efeito calmante, porém sem causar sedação ou depressão.

Transfixar perfurar de lado a lado.

Transfusão introdução de sangue total ou um de seus componentes diretamente na circulação sanguínea do receptor.

Transmissão passagem ou transferência, como de uma doença de um indivíduo para outro, ou de impulsos neurais de um neurônio para outro.

Transudato fluido que atravessa uma membrana ou os vasos sanguíneos para o interior dos tecidos (edema) ou para o interior das cavidades do corpo (efusões). Difere do exsudato pelo baixo teor de proteína e células.

Transvenoso efetuado ou introduzido através de uma veia.

Traquéia tudo cartilaginoso e membranoso que se estende da laringe até o tórax, onde se ramifica em brônquios principais direito e esquerdo.

Traqueíte inflamação da traquéia.

Traqueobronquite inflamação da traquéia e brônquios.

Traqueomalácia degeneração do tecido elástico e conjuntivo da traquéia.

Traqueostomia criação cirúrgica que estabelece uma comunicação entrea traquéia com o meio exterior.

Tratamento o manejo e cuidados de um paciente com a finalidade de combater uma doença ou distúrbio.

Trauma uma lesão física ou mental.

Tremor movimento de agitação involuntária do corpo.

Trepanação cirurgia em que se praticam pequenos orifícios nos ossos por meio de um instrumento, trépano ou uma trefina.

Tricúspide que tem três pontas ou cúspides, tal como a valva tricúspide do coração.

Tripanossomíase doença causada por protozoários do gênero Trypanosoma.

Tripsina enzima proteolítica secretada pelo pâncreas sob a forma da  proenzima tripsinogênio e convertida na forma ativa no intestino delgado por enteropeptidase.

Trofozoíto estágio ativo, móvel de um organismo protozoário, em contraste com o estágio encistado não móvel.

Trombo uma agregação de fatores sanguíneos, principalmente plaquetas e fibrina com aprisionamento de elementos celulares, frequentemente causando obstrução vascular

no ponto de sua formação.

Trombocitose aumento do número de plaquetas no sangue circulante.

Tromboembolismo obstrução de um vaso sanguíneo com material trombótico transportado pela corrente sanguínea a partir do local de origem para ocluir um outro vaso.

Tumor qualquer tumefação ou inchaço; um crescimento novo de tecido no qual a multiplicação das células é incontrolada e progressiva (neoplasia).

U

U abreviação de unidade.

Úbere glândula mamária da vaca e de outros animais.

Úlcera interrupção de continuidade de uma superfície epitelial com base inflamatória.

Ulceração processo de formação de uma úlcera.

Ulcerar converter-se em úlcera.

Ulcerogênico que tende a produzir úlceras.

Ultra prefixo que denota além, excesso.

Ultra-estrutura disposição de partículas ultramicroscópicas.

Ultrafagocitose processo de ingerir partículas coloidais.

Ultrafiltração retirada, mediante filtração, de todas as partículas, salvo as menores como os vírus.

Ultramicroscópio microscópio com a capacidade de detectar estruturas não

detectáveis pelo microscópio luminoso convencional.

Ultra-som energia produzida pela pulsação de um cristal de zirconato de chumbo, de quartzo ou de titanato de bário; utiliza-se de três maneiras, conforme os níveis de força

gerados: níveis de força inferiores a 0,1 watt por cm2 são empregados para fins  diagnósticos, usando técnicas de reflexão do eco (ecograma); níveis de força entre 1 a 3

watts por cm2 são utilizados na fisioterapia de diversos transtornos articulares e musculares, níveis de força acima de 5 watts por cm2 são utilizados para destruição de tecidos, como no tratamento do câncer.

Ultra-sonografia diagnóstico ou técnica do eco das pulsações. Consiste no uso de ultra-som como recurso diagnóstico. Ondas de ultra-som são dirigidas aos tecidos, sendo feito

um registro das ondas refletidas de volta através dos tecidos, o qual indica interfaces de diferentes densidades acústicas, e assim diferencia estruturas sólidas e císticas.

Umbigo cicatriz na linha abdominal mediana que assinala o local de abertura que, na vida fetal, dava passagem aos vasos umbilicais.

Umbilectomia extirpação do umbigo.

Umbilical referente ao umbigo.

Umeral de ou pertencente ao úmero.

Úmero-escapular pertencente ao úmero e à escápula.

Úmero-radial pertencente ao úmero e ao rádio; aplicado à articulação entre esses dois ossos e aos ligamentos que os unem.

Úmero-ulnar pertencente ao úmero e a ulna; aplica-se à articulação entre esses dois ossos e aos ligamentos que os unem.

Umidade relativa quantidade de vapor de água no ar, comparada com a quantidade total que o ar poderia reter em determinada temperatura.

Umidade estado ou qualidade de ser úmido, levemente molhado.

Umidificação processo de umedecer o ar; especialmente na respiração, por umedecimento das membranas mucosas.

Úmido levemente molhado, caracterizado pela presença de líquido.

Ungueal referente às unhas.

Ungüento preparação semi-sólida usada para efeito protetor e emoliente ou como veículo para aplicação local ou dérmica de medicamentos.

Ungulado mamífero provido de cascos.

Unha consiste de células córneas epiteliais intimamente ligadas  que representam, o estrato córneo da epiderme.

Uni expressão que significa um.

União defeituosa união incompleta ou imperfeita dos fragmentos de um osso fraturado. União conexão. Junção ou coalescência.

Uniarticular referente a uma única articulação.

Uniaxial referente a um só eixo.

Unicelular formado apenas por uma célula.

Unilateral referente apenas a um lado.

Uníparo que produz um filho ou um ovo por vez.

Unipotente que dá origem apenas a um tipo de célula ou de tecido; aplica-se a células embrionárias ou em fase de multiplicação.

Urato sal do ácido úrico.

Uréia composto gerado no fígado a partir da amônia produzida pela desaminação dos aminoácidos. É o principal produto final do catabolismo das proteínas.

Uremia condição em que os constituintes da urina são encontrados no sangue. Anomalia que ocorre na insuficiência renal; caracteriza-se por azotemia, acidose crônica, anemia e diversos sintomas e sinais sistêmicos e neurológicos.

Urese ato de urinar.

Ureter cada um dos dois condutos  longos e estreitos que

transportam a urina de cada rim para a bexiga.

Ureterectasia dilatação de um ureter.

Ureteroestenose estreitamento da luz do ureter.

Uretero-hidronefrose distensão de um ureter e do bacinete do rim correspondente, devido à obstrução do fluxo de urina.

Ureterólise cirurgia de liberação de aderências, compressões ou desvios de trajeto dos ureteres.

Ureterolitíase presença ou formação de um cálculo em um ureter.

Ureterolitotomia abertura cirúrgica de um ureter para a remoção de cálculos. Ureteronefrectomia ressecção cirúrgica de um rim e de seu ureter.

Uretra canal através do qual é eliminada a urina.

Uretrite inflamação da uretra.

Uretrocistite inflamação da bexiga e uretra.

Uretrocistografia exame de imagem onde após a injeção de contraste é

possível visualizar o trajeto dos ureteres e da bexiga.

Uretrografia radiografia da uretra com o auxílio de um meio opaco de

contraste.

Uretrorrafia restabelecimento cirúrgico da continuidade da uretra.

Uretrostomia criação cirúrgica de uma nova abertura para a uretra.

Urgência estado patológico que se instala bruscamente em um paciente, causado por acidente ou moléstia e que exige terapêutica médica ou cirúrgica urgente.

Úria expressão que denota: propriedade da urina; presença de uma substância na urina.

Uricacidúria presença de taxas excessivas de ácido úrico na urina.

Uricase enzima existente no fígado, baço e rins da maioria dos mamíferos, com exceção do homem. Transforma o ácido úrico em alantoína em presença de oxigênio.

Uricemia excesso de ácido úrico no sangue.

Uricosúria excreção urinária de ácido úrico.

Urina residual urina que permanece na bexiga após a micção.

Urinálise exame de urina; compreende rotineiramente a pesquisas químicas, físicas e microscópicas da urina.

Urinário referente a urina ou ao sistema urinário.

Urocultura cultura da urina para fins de identificação de agentes causais de infecção urinária.

Urogênico que produz urina; derivado da urina.

Urogenital referente aos órgãos urinários e genitais.

Urografia excretora visibilização radiográfica do parênquima renal e dos componentes renais coletores após a injeção intravenosa de um meio de contraste.

Urolitíase presença de cálculos em vias urinárias.

Urólito cálculo que ocorre na urina.

Urologia ramo da ciência médica que se ocupa do estudo e tratamento das moléstias e anomalias do trato urogenital.

Uropatia qualquer moléstia referente ao trato urinário.

Urticária reação vascular da pele, caracterizada por eritema e formação de feridas devido ao aumento localizado da permeabilidade vascular. O mecanismo causativo pode ser alergia, infecção ou estresse.

Uterino referente ao útero.

Útero órgão da gestação que recebe e mantém o óvulo fecundado durante a vida fetal e se torna o principalagente de expulsão no trabalho de parto.

Úvea camada vascular pigmentada do olho; íris, corpo ciliar e coróide.

Uveíte inflamação de parte ou toda a úvea, a túnica média (vascular) do olho, e que comumente compromete as

outras túnicas (a esclera, a córnea e a retina).



V

Vacina produto biológico utilizado para conseguir a imunização ativa do organismo para uma determinada infecção.

Vacina combinada contém antígenos de vários agentes infecciosos diferentes.

Vagina canal genital que estende-se do útero até a vulva.

Vaginalite processo inflamatório da túnica vaginal do testículo.

Vaginite inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito e secreção

mucosa ou purulenta pela mesma.

Vaginoplastia procedimento cirúrgico corretivo da vagina.

Vagotomia secção do nervo vago.

Valgo torcido, desviado ou deformado lateralmente.

Valvoplastia procedimento utilizado para tratamento de doenças obstrutivas valvares, tais como, pulmonar, aórtica e mitral. Consiste na dilatação da obstrução detectada por

estudo hemodinâmico, através de cateter balão que se insufla no local desta, abrindo as bridas cicatriciais que provocaram a estenose.

Válvula cardíaca estrutura normal que separa as cavidades e grandes vasos cardíacos, assegurando que o fluxo de sangue produzase  apenas em um sentido. Pode ser sede de doenças infecciosas (endocardite bacteriana).

Válvula ileocecal válvula que existe no encontro do intestino delgado com o intestino grosso.

Valvulopatia doença adquirida ou congênita de uma válvula cardíaca. A alteração resultante pode ser manifestada por uma diminuição da abertura da mesma (estenose), pela

incapacidade de fechamento da mesma (insuficiência) ou por uma combinação dos dois tipos de defeitos.

Vancomicina antibacteriano obtido a partir do Streptomyces orientalis. É um glicopeptídeo relacionado a ristocetina, que inibe a formação da parede celular. Tem efeito nefro e

ototóxico.

Varo torcido, desviado ou deformado medialmente.

Vasculite inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.

Vasectomia laqueadura e transecção de parte do canal deferente, com ou sem a retirada de um segmento do canal, para evitar a passagem do esperma a partir do testículo.

Vaso linfático vaso que carrega a linfa.

Vasoconstrição diminuição do calibre de um vaso sanguíneo.

Vasoconstritor um agente que estreita a luz do vaso sanguíneo.

 Vasodilatação aumento do calibre de um vaso sanguíneo.

Vasodilatador um agente que relaxa os músculos dos vasos (artérias e veias); aumenta o calibre dos vasos.

Vasoespasmo contração espasmódica da musculatura lisa da parede do vaso, causando diminuição do seu calibre e, portanto, do fluxo sangüíneo.

Vasopressinas hormônios octapeptídeos antidiuréticos liberados pela neuro-hipófise de todos os vertebrados (a  composição química varia com a espécie). Controlam o metabolismo e o equilíbrio hídrico, regulando o pulmão, brânquias, rim, etc., e a perda de água, e também contraem a musculatura lisa. Podem também ser neurotransmissores. Também estão incluídos os  derivados sintéticos da vasopressina. As vasopressinas

são usadas farmacologicamente como agentes renais,agent es vasoconstritores e  hemostáticos.

Veias cavas cada uma das duas grandes veias que transportam o sangue da circulação periférica até o átrio direito do coração.

Venéreo relativo a relações sexuais.

Venóclise injeção intravenosa de uma solução nutritiva ou medicamentosa.

Ventilação controlada modo de ventilação mecânica no qual o ventilador controla completamente a ventilação do paciente conforme volumes correntes estabelecidos, assim como freqüência respiratória.

Ventilação mecânica ventilação e oxigenação dos pacientes portadores de insuficiência respiratória aguda com auxílio de um ventilador mecânico e ou respirador.

Ventilação não invasiva auxílio ventilatório através da administração com pressão

positiva através de máscaras para pacientes portadores de insuficiência respiratória aguda.

Ventiladores mecânicos máquinas utilizadas para administrar pressão positiva

e oxigênio com o intuito de auxiliar a ventilação e oxigenação de pacientes portadores de insuficiência respiratória aguda.

Vênula pequena veia.

Vertebrectomia retirada cirúrgica de uma ou mais vértebras.

Vertebrite inflamação das vértebras; espondilite.

Vesical referente à bexiga urinária.

Vesicante substância que pode provocar necrose e lesão tecidual, principalmente quando extravasada.

Vesícula biliar víscera oca, saculiforme, localizada sob o fígado que armazena e concentra a bile antes de lançá-la no duodeno, via ducto colédoco (via biliar principal).

Vesícula formação cutânea caracterizada por bolhas de diâmetro pequeno, de um a três milímetros. Podem ser produzidas por alergias de contato, reação alérgica a fármacos ou

algumas doenças sistêmicas.

Vesículas seminais divertículos glandulares em forma de bolsa encontrados em cada ducto deferente em machos vertebrados. Une-se com o ducto ejaculatório e serve como depósito

temporário de sêmen.

Vesiculite inflamação de uma vesícula.

Vetor transmissor, que leva uma infecção.

Vibrião bactéria em forma de bastonete curto.

Vibrissa pêlo grande, táctil sobre as pálpebras e face dos grandes animais.

Vincristina alcalóide antitumoral isolado de Vinca rósea.

Vindesina antineoplásico. Alcalóide sintético derivado da vimblastina que bloqueia a mitose, interrompendo a divisão celular na metáfase pela ligação a uma proteína

microtubular.

Vinorelbina antineoplásico. Alcalóide da vinca semi-sintético obtido por modificação do anel catarantínico da molécula.

Viremia presença de vírus no sangue.

Virion sistema infectivo de um vírus, composto do genoma viral, proteínas nucleares e uma capa protéica, chamada cápside, que pode estar “nu” ou envolto por envelope lipoprotéico, chamado peplos.

Virose nome genérico das doenças causadas por vírus.

Vírus oncogênicos vírus envolvidos na gênese de tumores.

Vírus pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças.

Visceralgia dor em uma víscera.

Vitálio liga metálica utilizada em cirurgia óssea.

Vitaminas um termo geral para várias substâncias orgânicas não relacionadas que ocorrem em muitos alimentos em pequenas quantidades e que são necessárias para o funcionamento metabólico normal do organismo. Elas podem ser hidrossolúveis ou lipossolúveis.

Volemia referente ao volume de sangue ou plasma.

Volume de ejeção é a quantidade de sangue ejetada a partir de um ventrículo durante a contração cardíaca.

Volvo torção de um órgão em torno de seu pedículo.

Vômito descarga de conteúdo do estômago através da boca. A ingestão de alimentos contaminados ou em quantidade excessiva situa-se entre as causas mais freqüentes de

vômitos.

Vulvectomia retirada de tecido da vulva.

Vulvite inflamação da vulva, usualmente secundária a infecção ou irritação.

Vulvovaginal referente à vulva e vagina.

Vulvovaginite inflamações na região da vulva e da vagina.

W

Warfarina anticoagulante que age inibindo a síntese de fatores de coagulação dependentes da vitamina K. A warfarina também é usado para matar roedores.

Weimaraner raça de cão de médio a grande porte, de pelagem cinzaprateada,

curta e olhos de cor âmbar ou cinza-azulada.

Western blotting procedimento analítico imunológico que permite analizar antígenos protéicos, mediante um mecanismo complexo de fragmentação e detecção.

White, emasculador de emasculador triplo por esmagamento para uso em eqüinos. WHO World Health Organization (Organização Mundial da Saúde).

Wolfring Glândula lacrimal acessória da conjuntiva palpebral dorsal.

X

Xant-, xanto- expressão com o significado de amarelo.

Xantina 2,6 (1H, 3H)-Purinediona ou 2,6-dioxopurina, C5H4N4O2, presente em tecidos animais e vegetais; produto intermediário na transformação da adenina e da guanina em ácido úrico.

Xantina-oxidase enzima flavoprotéica que catalisa a oxidação.

Xantinúria presença de xantina na urina.

Xantocromático tem o significado de cor amarela.

Xantocromia 1 - Coloração amarelada da pele. 2 - Coloração amarela do líquido cérebro-espinhal, sinal de valor diagnóstico de hemorragia na medula espinhal ou no cérebro.

Xantoderma coloração amarela da pele.

Xantofana pigmento amarelo encontrado nos cones da retina.

Xantoma coleção de histiócitos repletos de lipídios, com o aspecto macroscópico de massa amarela, encontrada no tecido subcutâneo; tumor benigno encontrado no tecido cutâneo ou no subcutâneo.

Xantomatose lesão caracterizada pela deposição de material lipóide

amarelado ou alaranjado nas células reticulo-endoteliais,

na pele e nos órgãos internos.

Xantomatoso referente a xantoma.

Xarope solução concentrada de açúcar em líquidos aquosos, adicionada de ingredientes medicinais ou corretivos.

Xe refere-se ao símbolo do xenônio.

Xenodiagnóstico corresponde à utilização de artrópode adequado para transferir um agente infeccioso de um paciente para um animal de laboratório suscetível.

Xenoenxerto transplante de uma espécie para outra, indica disparidade genética; também é chamado de heteroenxertos.

Xenônio elemento gasoso inerte, com o número atômico 54, que ocorre na atmosfera.

Xenopsylla gênero de pulgas da família Pulicidae.

Xenopus gênero de sapo africano pertencente ao Pipidae.

Xer-, xero- expressão que tem o significado de seco.

Xerântico substância que tem propriedades secantes, secativo.

Xenoderma refere-se à pele excessivamente seca.

Xerodermia doença congênita caracterizada pela secura e descamação

da pele.

Xeroftalmia diminuição da transparência da córnea após conjuntivite

crônica, lesões do aparelho lacrimal ou carência de

vitamina A.

Xeromicteria falta de umidade nas vias aéreas.

Xerose ressecamento anormal de um tecido, tal como a pele,

mucosa e os olhos.

Xif-, xifi-, xifo- expressão com o significado de xifóide.

Xifisternal referente ao corpo e ao processo xifóide do esterno.

Xifocostal referente ao processo xifóide e arcos costais.

Xifodina dor no processo xifóide.

Xifóide 1 - Referente ao processo xifóide (esternal). 2 – Designa a forma de espada.

Xifoidite inflamação do processo xifóide.

Xilênio hidrocarboneto benzênico extraído do alcatrão de bulha.



Y

Y símbolo químico do elemento ítrio.

Yard jarda medida de comprimento.

Yb símbolo químico do elemento itérbio.

Yerling: termo usualmente aplicado a cavalos e bois jóvens, entre 1 a 2 anos.

Yest levedura: termo genérico que indica fungos da família Saccharomycetaceae.

Yersinia: gênero de bactéria que acomete homens e animais (Y.pestis).

Y-ibritumomab-tiuxeta: primeiro anticorpo monoclonal ligado a radioisótopo aprovado pela FDA (Zevalin). Anticorpo monoclonal anti-célula B ligado ao agente quelante tiuxetan

empregado no tratamento de linfomas por meio da radioimunoterapia.

Yorkshire: raça de suíno tipo carne.

Yorkshire terrier: cinofilia - raça de cão de pequeno porte.

Z

Zigomático 1 - Referente ao osso zigomático. 2 – Um de dois

pequenos músculos subcutâneos provenientes ou

relacionados com o osso zigomático.

Zigomicose infecção placentária por Rhizopus, Absidia, Mucor spp.

Causa necrose dos cotilédones maternos e aborto em

bovinos.

Zigóteno subfase da prófase I da meiose; caracteriza-se pelo

progressivo emparelhamento dos cromossomos homólogos.

Zigoto organismo produzido pela união de dois gametas.

Zinco elemento metálico branco azulado, brilhante, com o número atômico 30 e densidade 7,14. Os sais de zinco são empregados como adstringentes e antissépticos.

Zon de equivalência zona de concentração ótima de antígeno e anticorpo,

para que ocorra a precipitação completa.

Zona pelúcida invólucro espesso, sólido e elástico do óvulo.

Zônula pequena zona.

Zônula ciliar estrutura suspensória do cristalino ocular.

Zoonose doença animal transmissível ao homem.

Zoofobia medo anormal por animais.

Zooplâncton conjunto de animais do plâncton; têm pequeno porte e se alimentam dos seres do fitoplâncton.

Zoósporo esporo flagelado móvel.

Zootoxinas toxinas oriundas de mordidas e picadas de animais.

fonte: Dicionário  de Termos Técnicos  Cientificos de Medicina Veterinária - UNESP